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Programação da obra com redução de custos e qualidade

O custo é a primeira questão a ser pensada quando se inicia uma obra. Porém o ideal é fazer uma avaliação não apenas dos custos, mas sim da relação custo/benefício, pois temas básicos podem representar grande economia na obra como um todo.

Outros grandes custos da obra que podem aparecer de surpresa são observados, por exemplo, no desejo de quebrar uma parede, mudar uma pia de lugar, enfim, problemas que somente ocorrem por falta de maior preparação e/ou planejamento da programação da obra. Com o planejamento bem realizado é possível reduzir em até 12% o custo de uma obra.

O bom planejamento é sempre uma escolha vantajosa, pois reflete diretamente na qualidade da execução da obra e na diminuição dos custos em função da queda nos desperdícios de materiais e mão-de-obra.

Os materiais são os principais insumos da construção, respondendo por parte significativa dos custos globais e com forte impacto sobre a qualidade final do projeto. Aliás, é a qualidade no planejamento e na seleção de fornecedores que tem potencial para alavancar ou dificultar um projeto, assim como o planejamento da aplicação e utilização correta dos materiais.

Um fator específico que pode atrapalhar uma construção, e até impedir um resultado de qualidade, é a questão do piso de madeira. Como este é um dos últimos itens da obra, é comum deixar para providenciá-lo também no final desta viagra prezzo online.

 

A madeira possui uma propriedade chamada higroscopia, que nada mais é do que a capacidade de absorver água. Esta propriedade permite que a madeira sempre faça trocas de umidade com o meio ambiente em que está. Portanto, uma madeira mesmo seca em estufa, precisa se aclimatar ao local antes de ser instalada, caso contrário pode apresentar problemas como, por exemplo, entortar.

Logo, o primeiro passo é permitir que a madeira seja aclimatada a umidade relativa do ar de seu local de instalação. Isso acontece de maneira natural e o tempo ideal para o processo é de quatro meses.

 

Mas, além deste cuidado, existe o procedimento de instalação do piso que se faz sob um contrapiso recortado por granzepes (ou barrotes, vigas); trata-se de um trapézio nas medidas de cinco centímetros de base, quatro de altura e três centímetros de topo. Este granzepe é preso apenas pelo concreto, o que garante a dilatação necessária para um piso de qualidade.

Porém, esta peça sobre a qual se instala o assoalho é fixada por concreto, logo, é necessário que se espere no mínimo 30 dias para a cura do mesmo. Caso contrário, a umidade do concreto sobre as tábuas faz com que a madeira absorva parte desta umidade, gerando novamente, a possibilidade de problemas.

A compra do material também é algo que deve ser levado em consideração. Se o produto for adquirido em local próximo à obra, a compra deverá ser feita, no mínimo, 90 dias antes do prazo para realizar o acabamento. Caso o fornecedor seja de um local distante da obra, é necessário adquiri-lo sete ou oito meses antes de seu uso.

 

Por fim, após a instalação, ainda é necessário permitir que a madeira do assoalho se estabilize e passe por dilatações normais, que ocorrem por dias e noites, antes de proceder à raspagem. Para esse processo é necessário um prazo de 30 a 35 dias.

 

Assim, para uma perfeita utilização do assoalho, que é considerado um piso isotérmico (frio no verão, porém, não tão frio no inverno), a palavra chave é planejamento. E isso vale tanto para especificações técnicas, quanto dos materiais e dos fornecedores. Uma análise crítica desses fatores, verificando se os mesmos se adéquam às suas expectativas e necessidades, também é necessária, pois programar a obra é um bom começo para fazer da casa um verdadeiro lar.